Páginas

Translate

sábado, 7 de abril de 2018

Continuando a discussão: Sociologia e Meio Ambiente


O terceiro dia de palestras, dia 22 de março de 2018, foi com o professor Dirceu Benincá, que trouxe o tema “A Sociologia e sua interface com a Engenharia, na relação com o Meio Ambiente”. 
Começamos o debate discutindo a questão do lixão da cidade de Itabuna, Bahia, tema de matéria do Jornal Nacional. 

Matéria exibida pelo Jornal Nacional, no ano de 2012

Além de mostrar a realidade da cidade de Teixeira de Freitas, também na Bahia, através de um vídeo que chega a ser aterrorizante ao mostrar catadores pegando no lixão uma carga de frango considerada imprópria para consumo humano.

Foi discutido também o papel de extrema importância que tem os catadores nas cidades e as cooperativas de reciclagem, que além de diminuir o impacto causado pelo lixo, ainda é uma fonte de renda para os catadores. Tudo isso, claro, em condições adequadas para o trabalho.

A coleta e o descarte do lixo de forma inadequada ainda constitui um grande atraso na maioria das cidades brasileiras. Segundo dados do IBGE, no Brasil, cerca de 48.321,7 toneladas de lixo são jogadas em lixões á céu aberto POR DIA! 
Tão absurdo que não dá nem pra acreditar, não é?
O choque acaba sendo ainda maior quando nos deparamos com a pergunta: “O que EU, como futuro engenheiro, posso fazer para mudar esse cenário?”

Dentre as alternativas levantadas em sala, concluímos que a melhor seria uma parceria entre Itabuna e as cidades vizinhas que descartam o lixo no mesmo lugar, para criação de um projeto de gestão de resíduos sólidos, com a ajuda de engenheiros Ambientais, Sanitaristas, etc. para criação do aterro sanitário, incluindo programas de coleta seletiva nos municípios e que visem os 5 R’s da Sustentabilidade: Reduzir, Repensar, Reaproveitar, Reciclar e Recusar produtos que gerem impactos socioambientais significativos.


Um comentário:

  1. Thayná: muito importante você ter trazido o link para os dados do IBGE (2000). Comentando apenas um dado alarmante, enquanto no Brasil o lixo depositado em lixões era da ordem de 21%, na Bahia era ainda maior: cerca de 51%!
    Precisamos de fato intervir nessa realidade.

    ResponderExcluir